
Contrato e contas explicados em detalhes antes de você comprar sua casa no Japão
Analisar contratos imobiliários e cálculos de banco no Japão não precisa ser um tiro no escuro.
Você tem o direito de entender cada cláusula e saber para onde vai cada iene antes de fechar negócio.
Com paciência, lemos todas as letras miúdas no seu ritmo, esclarecendo termos difíceis e simulando o financiamento para você assinar com total segurança.
As dúvidas que quase todo mundo traz na primeira conversa.
Pode. Não há restrição de nacionalidade para comprar imóvel no Japão. O ponto delicado é o financiamento. Cada banco tem sua própria exigência de visto, tempo de Japão e renda. Eu vejo com você o que é possível hoje, sem prometer o que o banco não aprovaria.
Em muitos casos, sim. Alguns bancos só financiam quem tem o permanente (永住権). Outros aceitam outros vistos e olham o tempo de Japão, o tempo de empresa e a renda. Eu levo o seu caso aos bancos que trabalham com o seu perfil antes de você se apegar a um imóvel.
Pouca coisa. Há bancos que financiam o valor inteiro e outros que pedem entrada, conforme o visto e a renda. Fora o preço da casa existem os custos da compra (諸費用): impostos, registro, taxas do banco e seguro, que acabam entrando no financiamento. Apenas um pequeno valor é pedido para reserva da casa, mas é devolvido ao fechar o contrato. Eu mostro a conta inteira antes de qualquer compromisso.
Em muitos casos fica parecida, e às vezes até menor. Isso depende dos juros, do prazo e do valor da casa. Eu faço a simulação e coloco os dois números lado a lado, para você decidir vendo a conta e não por palpite.
Sim. Da primeira mensagem à assinatura, incluindo a conversa com a administradora e a leitura do contrato. Os idiomas em que eu atendo estão logo acima nesta página.
Não. Tirar dúvida, ver imóvel e receber a conta dos custos não custa nada. A corretagem só existe quando o contrato acontece, e o valor aparece na conta que eu mostro antes de você assinar.
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